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terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

CEDELA ADOTA GAMBÁS


Cadela "adota" filhotes de gambá e bomba na web

16/02/2016

A treinadora de cães Stephanie Maldonado postou no Facebook um vídeo que viralizou nas redes sociais. Na gravação, sua cadela, chamada Pretinha, aparece carregando filhotes de gambá que ela "adotou". A história foi relatada pelo site da RedeTV!.
Na rede social, Stephanie, que vive no Rio de Janeiro, conta que adotou os animais após eles serem atacados por uma outra cadela, que acabou matando a mamãe gambá e um dos filhotes (:/). Ao levá-los para casa, ela teve uma surpresa. "Preocupada com a questão da temperatura corporal, que eles por serem muito novinhos não conseguiam manter, mostrei minha cachorrinha pra eles e ela os 'adotou'", relata Stephanie, lembrando que Pretinha cuida deles como se fosse seus filhotes.

O vídeo de Stephanie já teve 450 mil visualizações no Facebook e repercussão internacional. Além do vídeo, a carioca mostra também o crescimento e relação de afeto dos filhotes com Pretinha.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

MUITO BOM

(Foto: Reprodução/Twitter/Tim Beshara)Foto de canguru órfão abraçando ursinho de pelúcia vira hit na web
Foto de canguru órfão abraçando ursinho de pelúcia vira hit na web
Cena emocionante foi compartilhada por Tim Beshara.
Beshara disse que ficou surpreso com o sucesso da foto.

06/08/2015

Uma imagem de um canguru bebê órfão abraçando um ursinho de pelúcia se tornou em sensação nas redes sociais após a cena meiga ser publicada no Twitter por Tim Beshara, que trabalha para o senador australiano Peter Whish-Wilson.

Beshara disse que a cena emocionante foi registrada por sua mãe na quarta-feira na região de Northern Rivers, no estado da Nova Gales do Sul. Em entrevista ao jornal "Daily Mail", Beshara disse que ficou surpreso com o sucesso da foto.

domingo, 14 de junho de 2015

OS ELEFANTES TEM MESMO BOA MEMÓRIA?



Eles são os maiores mamíferos terrestres que existem no nosso planeta, chegando a pesar sete toneladas. Não é à toa que são lembrados sempre que alguém quer enfatizar que algo é grande. Mas não é (só) por isso que, quando queremos dizer que uma pessoa não se esquece de nada, usamos a expressão "memória de elefante".

Esses enormes animais são gregários e cada grupo de até cerca de 100 indivíduos é liderado por uma fêmea mais velha, a "matriarca". Elas são duronas e chegam a expulsar os jovens machos que atingem a maioridade sexual e deixam de respeitar a hierarquia.

Sem ajuda do "macho-alfa", a matriarca tem de arcar com muitas responsabilidades: "A fêmea que lidera o grupo tem como uma de suas obrigações memorizar os locais onde existe água nos tempos de seca e alimento, para garantir o bem-estar do grupo", conta a bióloga Flávia Taconi, da Fundação Parque Zoológico de São Paulo. É daí, segundo ela, que nasceu a expressão famosa sobre a memória desses animais.

Estudos sugerem que essa e outras informações são passadas para os outros membros do grupo por meio de infrassom, ou seja, ondas sonoras com frequência inferior a 20 hertz e, portanto, inaudíveis para os seres humanos.

"Essa habilidade de memorização espacial foi moldada ao longo do tempo pelas experiências de vida dos indivíduos, adaptando-se às condições ambientais para sobrevivência e perpetuação da espécie", continua a bióloga.

"Os elefantes acumulam e retêm o conhecimento social e ecológico , e eles se lembram por décadas dos aromas e das vozes de indivíduos de outras rotas migratórias, de lugares especiais e de habilidades apreendidas", ensina um artigo enviado a pedido do UOL por Petter Granli, da ONG ElephantVoices, voltada para a conservação desses animais.

O texto cita o exemplo de uma integrante da ONG chamada Joyce Poole, que, em meados de 1980, estabeleceu uma relação de "amizade" com um jovem elefante macho chamado Vladimir. Ao estacionar o carro, ele vinha até a janela do veículo e permitia que ela tocasse seu tronco e suas presas. Eles fizeram isso diversas vezes ao longo de cinco anos. Por uma série de razões, ambos ficaram sem se encontrar por 12 anos. Depois desse período, Poole reencontrou o animal, mas ficou na dúvida se aquele macho envelhecido era mesmo Vladimir. Já o elefante não teve dúvidas de que se tratava da "amiga": foi logo até o carro e se esfregou para que ela abrisse a janela e lhe tocasse.
Inteligência

Se a boa memória é algo que as pessoas comumente associam aos elefantes, quem entende desses animais não hesita, também, em destacar sua inteligência. A ElephantVoices reitera que esses mamíferos são capazes de usar e até de fabricar ferramentas - usando as protuberâncias na ponta da tromba de forma parecida com a que os primatas usam o polegar e os dedos para manipular objetos.

A tromba desses bichos, aliás, é um capítulo à parte. Fusão de nariz e lábio superior, é usada para transportar alimento, cheirar, levantar e analisar objetos, como comenta a bióloga do Zoológico de São Paulo. "Também é utilizada para beber - os elefantes chupam água por ela (até 14 litros de cada vez) e depois a despejam para dentro da boca", diz.

O apêndice também ajuda nas interações sociais - é enrolando a tromba que os elefantes conhecidos se cumprimentam, assim como seres humanos apertam as mãos. O órgão também é usado nos momentos de brincadeiras, nas carícias entre mães e filhos, e até para demonstrar força: "Uma tromba levantada pode ser sinal de aviso ou ameaça, enquanto uma caída pode ser sinal de submissão", revela a especialista.
Empatia

Estudos do córtex cerebral dos elefantes indicam que os animais possuem uma rede grande e complexa de neurônios. Eles também possuem o hipocampo e os lóbulos temporais bem desenvolvidos, o que é compatível com a boa memória que esses mamíferos demonstram ter.

Os cientistas também já identificaram diversos comportamentos dos elefantes que demonstram empatia, como a tendência a ajudar animais com dificuldade para se alimentar ou se locomover, por exemplo. Para a ONG, há indícios até de que os elefantes são capazes de compreender a morte, tanto que realizam uma série de rituais diante do corpo de um membro do grupo, como guardar e cobrir os restos mortais.

A entidade cita, inclusive, um estudo publicado na revista New Scientist, em 2005, em que pesquisadores do Kenya e do Reino Unido descrevem como elefantes ficam agitados e demonstram enorme interesse ao se deparar com caveiras de elefantes, o que não acontece quando os ossos encontrados são de outros animais. Trata-se de um comportamento bem diferente do registrado entre macacos ou leões, que parecem não dar nenhuma importância à morte de companheiros de espécie.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

O ATAQUE DO LEÃO

15.abr.2015


Reprodução / Bored Panda / Atif Saeed


Enquanto fazia alguns cliques em um safari próximo à cidade de Lahore, no Paquistão, o fotógrafo paquistanês Atif Saeed conseguiu registrar o momento exato que um leão tenta atacá-lo. De acordo com relato do site Bored Panda, Saeed saiu do carro para tirar fotos do animal, mas o leão acabou sendo atraído pelos barulhos da câmera do fotógrafo. Irritado, o grande felino avançou na direção de Saeed, que conseguiu registrar a cena antes de pular de volta para o carro e ficar a salvo do ataque.

segunda-feira, 23 de março de 2015

PIKA-DE-ILI, O MAMÍFERO "FOFINHO"

21/03/2015

Pika-de-Ili, mamífero 'fofinho' raro, é redescoberto em montanhas da China
Espécie foi descoberta em 1983 e foi vista raras vezes desde então.
Mesmo cientista que a descobriu conseguiu fotografar exemplar em 2014

Rara foto de exemplar de pika-de-Ili foi fotografado em 2014 pelo cientista Weidong Li no noroeste da China (Foto: Li Weidong/Wikimedia Commons)

O cientista Weidong Li, do Instituto de Ecologia e Geografia Xinjiang, na China, descobriu por acaso uma nova espécie de mamífero em 1983: a pika-de-Ili (Ochotona iliensis). O pequeno animal, encontrado pela primeira vez na cordilheira Tian Shan, no noroeste da China, tem uma peculiar aparência de bichinho de pelúcia fofo.

Desde sua descoberta, foram raras as vezes em que o mamífero foi visto. Em 2014, durante uma expedição à cordilheira Tian Shan, o mesmo cientista que descobriu a espécie conseguiu registrar em foto uma rara aparição de um exemplar. A história do raro bichinho das montanhas e seu descobridor foi publicada na edição de março da revista "National Geographic China".

Weidong Li partiu para as monhanhas em 2014 com alguns voluntários justamente para procurar exemplares da pika-de-Ili, segundo a revista. O exemplar típico do mamífero mede cerca de 20 cm, tem orelhas grandes e pêlo acinzentado com manchas marrons.

Um artigo publicado na revista científica "Oryx" por Weidong em 2005 fala sobre o possível declínio do número de exemplares de pika-de-Ili nos locais onde o animal havia sido visto anteriormente.

O autor recomendava que a espécie fosse classificada como ameaçada de extinção.

terça-feira, 3 de março de 2015

O VÔO DA DONINHA


03 d3 março de 2015

Flagra em um parque de Londres, na Inglaterra, registra o momento em que um furão se agarra nas costas de um pica-pau, que decolou no susto e levou o mamífero consigo. Depois de voar por alguns metros e lutar pela vida, o pássaro aterrissou junto com o furão. Em entrevista ao jornal britânico "The Telegraph", o fotógrafo amador Martin Le-May, que estava com sua esposa no parque, disse o mamífero se distraiu quando viu o casal e desapareceu na vegetação. "Eu acho que a nossa presença, talvez a 25 metros de distância, momentaneamente distraiu a doninha", afirmou. O pica-pau saiu ileso e pousou em uma árvore Martin Le-May/Reprodução

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

UMA NOVA ESPÉCIE














Olinguito é nova espécie de mamífero encontrada na América do Sul (Foto: Mark Gurney/Divulgação)

Descoberto novo mamífero da família dos guaxinins na América do Sul
Bicho parece 'cruzamento de gato com urso de pelúcia', diz instituição.
Há 35 anos, animal carnívoro não era descoberto no Hemisfério Ocidental.


15/08/2013

Artigo publicado no jornal científico “Zookeys” nesta quinta-feira (15) aponta a descoberta de uma nova espécie animal, o olinguito. Cientistas do Instituto Smithsonian, de Washington, afirmam que este é o primeiro mamífero da ordem Carnivora descoberto no Hemisfério Ocidental em 35 anos. Em nota, a instituição afirma que o bicho parece um cruzamento de "gato doméstico com urso de pelúcia".

O olinguito (Bassaricyon neblina) pertence à mesma família dos guaxinins, olingos e quatis, e pode ser encontrado na Colômbia e no Peru. O mamífero tem pelo marrom alaranjado, hábitos noturnos e gestação de um filhote por vez. Ele pertence à ordem Carnivora, mas sua principal fonte de alimen tação são as frutas.

“A descoberta do olinguito mostra que o mundo ainda não está completamente explorado e seus segredos ainda não foram revelados”, diz Kristofer Helgen, líder da pesquisa que durou aproximadamente dez anos.

Os cientistas também comentam que a descoberta não era o objetivo original do trabalho, que pretendia enumerar todas as espécies de olingo existentes no mundo. Pesquisas em catálogos de museus e testes de DNA mostraram que o olinguito tem crânio e dentes menores que os olingos, além de habitar uma área diferente.

A constatação foi seguida de uma expedição de três semanas à América do Sul para descobrir se o novo mamífero ainda existe na natureza. Os olinguitos foram encontrados nas chamadas florestas nubladas, próximas aos Andes, e os pesquisadores preocuparam-se em prestar atenção a todos os detalhes do comportamento e do habitat do animal em busca de informações sobre a espécie.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

ELEFANTES COM CHIFRE


Cientistas colocaram aparelho na cabeça de elefantes-marinhos (Foto: REUTERS/Mark Hindell/Antarctic Climate and Ecosystems CRC/Handou)Cientistas colocaram aparelho na cabeça de elefantes-marinhos (Foto: REUTERS/Mark Hindell/Antarctic Climate and Ecosystems CRC/Divlugação)


26/02/2013
Sensor na cabeça de elefantes-marinhos é usado em estudo do mar
Aparelho registra características das águas no fundo do oceano.
Cientistas querem melhorar previsões climáticas com projeto.


Cientistas australianos acoplaram sensores na testa de elefantes-marinhos como uma maneira de estudar regiões remotas do oceano. O aparelho registra as características da água e do solo nos pontos pelos quais o animal passa, e os dados são enviados para os laboratórios em terra.


Os animais usados na pesquisa são nativos da Antártica e nadam profundamente no oceano. Segundo os especialistas, o elefante-marinho mergulha a profundidades de até 1,8 km para buscar comida. Colocar o aparelho na testa dos foi a melhor forma encontrada para estudar águas tão profundas, principalmente no inverno.


“Os elefantes-marinhos foram a uma região do mar que nenhum navio jamais alcançaria”, afirmou Guy Williams, do Centro Cooperativo de Pesquisas de Clima e Ecossistemas da Antártica, no estado australiano da Tasmânia.

Segundo os pesquisadores, as propriedades das águas do fundo do oceano na costa da Antártica evidenciam tendências no clima global para os anos seguintes. Eles acreditam que, com o estudo, seja possível prever melhor os efeitos da mudança climática.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

O NASCIMENTO DE EQUIDNAS EM CATIVEIRO

Filhote de equidna nascido no Zoológico de Perth, na Austrália
19/12/2012


Nascimento de equidnas traz fato inédito sobre a espécie, diz zoo
Fêmeas tiveram filhotes com 4 anos de idade, diz ministro australiano.
Até agora, maturidade reprodutiva de espécie era estimada aos 5 anos.


Veterinários do Zoológico de Perth, na Austrália, anunciaram o nascimento de dois filhotes de equidna recentemente. O evento traz um fato inédito sobre a reprodução da espécie, já que os filhotes nasceram de fêmeas com quatro anos de idade, disse o ministro do Meio Ambiente australiano, Bill Marmion.

"Até agora, acreditava-se que fêmeas de equidna não atingiam a maturidade reprodutiva antes dos cinco anos. Então estes nascimentos jogam nova luz sobre a reprodução da espécie", afirmou Marmion ao site do zoo.

"Este fato e outras informações, obtidas com o monitoramento dos equidnas e e câmeras de vídeo, estão trazendo novos conceitos sobre o comportamento reprodutivo dos animais", disse o ministro.
Nascimento de filhotes de equidna trouxe fato novo sobre a reprodução da espécie, diz ministro australiano.

Os filhotes Babbin e Nyingarn são mestiços de equidnas de bico curto ("short-beaked echidna", como são chamados em inglês), segundo o zoo.

Até agora 24 animais da espécie foram reproduzidos em cativeiro na Austrália, sendo que os filhotes recém-nascidos são os primeiros de pais nascidos originalmente em zoológico, de acordo com os tratadores dos animais.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

OS CUIDADOS DA MÃE LEOPARDO


Fotógrafo registra leopardo que tira filhote em zona de perigo

05 de novembro de 2012

Leopardo tirou filhote de um esconderijo e o levou para outro
Foto: The Grosby Group

O fotógrafo especialista em vida selvagem Grant Atkinson registrou o momento em que uma fêmea de leopardo carrega seu filhote na boca para tirá-lo de um esconderijo onde estava para se proteger de predadores. O pequeno animal ficou escondido na "toca" enquanto a mãe foi à caça de alimentos em Botswana, na África do Sul.

De acordo com o jornal britânico Daily Mail, o fotógrafo afirmou que depois de ver a mãe, o filhote ficou tão animado que tentou brincar com ela. Atkinson, 44 anos, disse que estava seguindo a fêmea quando ela foi até o esconderijo. Foi então que ele viu o filhote saindo pelo buraco. "Ela o pegou e o levou de volta em direção à montanha, mas o filhote só queria brincar", afirmou. Depois disso, ele conta que os dois foram para um novo esconderijo, onde o filhote ficou protegido e a mãe se deitou alerta.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

A FOME É NEGRA



Leopardo faminto captura ave durante voo em parque da África
11/09/2012
Felino se equilibrou apenas nas patas traseiras para devorar pássaro.

Um leopardo faminto foi mais rápido que o reflexo de uma ave e conseguiu pegá-la durante o voo no Parque Transfronteiriço de Kgalagadi, que cruza os territórios de Botswana e da África do Sul.

O felino se equilibrou apenas nas patas traseiras para agarrar a presa, um macho da espécie cortiçol-malhado (Pterocles burchelli). O banquete foi presenciado por outros cinco pássaros, que escaparam por pouco. O flagra foi feito pelo fotógrafo Matt Profeta, de 37 anos.

Na natureza, os leopardos têm a fama de serem predadores ágeis e sorrateiros, dispostos a matar e comer qualquer animal que consigam caçar, desde uma ave pequena até um bicho de 90 kg – que são capazes de matar a fome do mamífero por apenas algumas horas.

Os cortiçóis habitam ainda outros países africanos, como Angola, Namíbia, Zâmbia e Zimbábue. São conhecidos pelo canto e pelas aparições em bandos de até cem integrantes.

Essas aves dependem de água para viver e migram por toda a África e Ásia em busca de novas fontes após o período de chuva.

Quando está totalmente crescido, o gato grande pode inclinar a balança em qualquer coisa, até um colossal 90 kg para um pássaro pequeno Sandgrouse só será suficiente para abafar a sua fome por algumas horas.

O SÍMBOLO DA COPA DE 2014 É O TATU-BOLA





Registro na Suíça confirma tatu-bola como mascote da Copa de 2014
11/09/201209h51

Tatu-bola será a mascote da Copa de 2014 no Brasil; registro da marca não divulgou definição das cores

A Fifa registrou nesta terça-feira a imagem produzida do boneco que será a mascote da Copa do Mundo de 2014. O UOL Esporte teve acesso ao documento com o desenho do tatu-bola estilizado que será o símbolo do Mundial.

O registro é feito no instituto de marcas e patentes da Suíça, onde a Fifa tem sede. Como a marca da mascote é de propriedade da organizadora da Copa, os trâmites burocráticos são sempre feitos antes no país europeu.

A imagem do tatu-bola é semelhante a divulgada no último dia 1 de setembro pela revista Veja. No registro da marca, entretanto, não há definição das cores. É praxe no mercado publicitário registrar marcas, logos e imagens de empresas e instituições em preto e branco. Isso é feito para que se garanta os direitos sob o uso das mesmas com qualquer variação de cor.

No registro, a Fifa garante a utilização exclusiva da imagem do tatu-bola em 45 espécies de produtos, que vão desde óculos, alimentos, passando por serviços de agências de viagens, entre outros. Apenas a entidade máxima do futebol e seus patrocinadores poderão usar a imagem do tatu-bola para fins comerciais.

A Fifa não se pronuncia sobre a definição da mascote. A entidade irá lançar o seu símbolo da Copa de 2014 até o final deste mês. O anunciou será feito em campanhas publicitárias dos patrocinadores do Mundial, entre eles Coca-Cola, Sony e Adidas.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

O MARAJÁ


28.ago.2012

Cachorro senta nas costas de um búfalo enquanto ele se refresca no rio Ravi, em Lahore, no Paquistão.

Mohsin Raza/Reuters

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

AMIZADE MARSUPIAL

Foto: Reprodução/Wildlife Kilmore Rescue Centre)

Filhotes de canguru e wombat fazem 'amizade' inusitada na Austrália
'Anzac' e 'Peggy' dormem juntos na mesma bolsa.
Animais estão em centro de resgate de animais selvagens.


02/08/2012

Dois filhotes, um de canguru e outro de wombat, viraram atração de um centro de resgate de animais selvagens na Austrália após se tornarem "os melhores amigos", segundo o jornal "Herald Sun".

Órfãos, o canguru chamado "Anzac" e o wombat "Peggy" dormem juntos na mesma bolsa.

De acordo com Lisa Milligan, do centro de animais, os dois filhotes estão desenvolvendo suas próprias personalidades. "Anzac" é mais sociável enquanto "Peggy" é barulhenta e abusada.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

CERTOS MARSUPIAIS


Austrália tinha marsupiais do tamanho de ovelhas, afirma paleontóloga

04/05/2012
AFP Em Sydney
Parentes do tamanho de ovelhas dos atuais fascólomos viveram no topo das árvores australianas 15 milhões de anos atrás, informou uma paleontóloga na última quinta-feira (3), ao ser premiada por sua descoberta.

Karen Black, da Universidade de Nova Gales do Sul, afirmou que sua equipe descobriu o maior marsupial escalador de árvores do mundo em meio a fósseis encontrados no sítio Riversleigh World Heritage, no estado de Queensland.

Os diprotodontes, pesando 70 quilos, eram similares aos atuais fascólomos, animais de pelo que vivem debaixo da terra e só são encontrados na Austrália, explicou Black, que se especializa na diversidade e na evolução dos marsupiais do país.
A imagem divulgada pela Universidade New South Wales mostra o crânio de um Nimbadon bebê e adulto. Segundo Karen Black, esses parentes dos atuais fascólomos, animal encontrado na Austrália, tinham o tamanho de uma ovelha e viveram no topo das árvores 15 milhões de anos atrás. A descoberta foi realizada no sítio Riversleigh World Heritage, em Queensland Karen Black/AFP

Sua pesquisa se concentrou em uma caverna de 15 milhões de anos, repleta de fósseis e ossos e que contém crânios e esqueletos bem preservados do marsupial dipotodonte denominado Nimbadon.

"O material fóssil do Nimbadon é um recurso incrivelmente raro e significativo, não só porque está excepcionalmente bem preservado, mas porque representa indivíduos de uma faixa etária que varia de minúsculos filhotes ainda em amamentação a adultos mais velhos", disse Black.

"O material do Nimbadon permitiu fazer o primeiro estudo detalhado do desenvolvimento do crânio de um fóssil de marsupial, asssim como do desenvolvimento cerebral e de comportamento", acrescentou.

A criatura teria sido o maior animal escalador de árvores da época, afirmou.

"Provavelmente se assemelhava um pouco a um fascólomo de patas longas", acrescentou a cientista.

A existência da caverna veio à luz em 2010. Segundo Black, aparentemente os animais mergulharam para a morte ao cair em uma entrada vertical, que estaria escondida pela vegetação.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

108 PANDAS




Zoo chinês apresenta doze filhotes de pandas recém-nascidos

07 de outubro de 2011


Com os 12 novos filhotes, o centro de reprodução tem agora 108 pandas

Foto: BBC Brasil

Um centro de reprodução animal em Chengdu, na China, exibiu ao público 12 filhotes de panda recém-nascidos. Os animais, que nasceram de mães diferentes e em diferentes dias, encantaram os visitantes do lugar.

Segundo o estabelecimento, os animais nasceram saudáveis e estão ganhando peso a cada dia. Com os 12 novos filhotes, o centro de reprodução tem agora 108 pandas. Esses ursos são considerados um tesouro nacional na China e uma espécie em risco.

Há dez anos, o país tinha 1,6 mil pandas. Um novo censo está sendo realizado para saber quantos existem atualmente.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

DUAS NAMORADAS PARA IDI




Único gorila em cativeiro da América do Sul recebe duas fêmeas

29 de setembro de 2011
O gorila Idi, que era o único da espécie em cativeiro na América do Sul, recebeu duas fêmeas inglesas
Foto: Futura Press

Depois de mais de 27 anos de solidão, Idi Amin, único gorila em cativeiro na América do Sul, recebeu nesta quinta-feira duas novas companheiras no zoológico de Belo Horizonte. Imbi e Kifta vieram da Fundação John Aspinall, da Inglaterra, e chegaram na capital mineira no último dia 19 de agosto. Desde então as duas passaram por um período de adaptação ao novo ambiente e, na manhã desta quinta-feira, foram liberadas para frequentar a jaula do gorila.

O médico-veterinário e diretor da Fundação Zoobotânica, Carlyle Coelho, contou que "é uma vitória muito grande para o zoológico a chegada das duas gorilas. Idi, até então, era o único representante da espécie em cativeiro da América do Sul e, segundo Coelho, há mais de uma década o zoológico vem negociando a vinda de fêmeas para Belo Horizonte".

O diretor disse que foi um processo mais longo do que eles queriam. "Primeiro foi feita a parte de mostrar a credibilidade da fundação junto aos zoológicos internacionais. Depois teve a fase de localizar possíveis fêmeas disponíveis - e nós localizamos elas na Fundação Aspinall - e aí uma negociação para a liberação das gorilas", disse. "Paralelamente, o zoológico realizou vários treinamentos com as equipes e revitalizou o espaço onde vivia o Idi Amin, para se adaptar à nova realidade".

Agora a expectativa é que os três se entendam e possam se reproduzir. "Um papel importante do zoológico é reproduzir animais ameaçados de extinção. O zoológico tem que trabalhar em conjunto para garantir que as populações em cativeiro sejam saudáveis. A reprodução é importante porque o Idi pode ser o fundador de uma nova linhagem genética", explica Coelho.

Para os frequentadores, a expectativa é pela chegada dos filhotes. A decoradora Marleide Gomes Fonseca torce para que as duas fiquem grávidas logo. "Nós estamos torcendo. É bom que quando a gente for para fora do estado, podemos falar que somos os únicos que temos três gorilas. Aliás, três não. Daqui a pouco a gente vai ter que multiplicar esse número", brincou.

O gorila chegou à Fundação Zoobotânica em 1975, com apenas dois anos de idade. Junto com ele veio a gorila Dada, que morreu em 1978 por complicações de uma inflamação no ouvido. Em 1984, a gorila Cleópatra chegou ao zoológico, mas, já debilitada, morreu com apenas 14 dias de cativeiro.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

A LUTA DO CHACAL




Chacal 'kung fu' ataca abutres para proteger alimento

26 de setembro de 2011


O animal protegeu seu alimento contra ataque de abutres

Foto: BBC Brasil

Um grupo de turistas participava de um safári na Tanzânia, no leste da África, quando viu o impressionante ataque perpetrado por um chacal contra um grupo de abutres. Nas cenas, que foram registradas em imagens pelo fotógrafo amador italiano Tiziano Cei, o chacal é visto protegendo a carcaça que lhe serviria de alimento e dando um salto em direção ao abutre que se aproximava desta.

Tiziano Cei contou que o animal ganhou o apelido de "chacal kung fu" por conta de seu salto audacioso. "Nós estávamos fazendo um safári fotográfico entre as regiões de Seronera e Ndutu e tentando encontrar guepardos para fotografar. À distância, vimos dois abutres. Quando nosso carro chegou mais perto, vimos que o chacal estava se alimentando de uma carcaça. Os pássaros estavam claramente tentando alcançar a carcaça", relatou o fotógrafo.

"Quando eles deram início ao ataque, o chacal ficou louco, abaixou suas orelhas e começou a pular em direção a eles. Nós assistimos atentamente à cena por três ou quatro minutos, até que o chacal foi forçado a recuar. Os pássaros eram bem maiores do que ele e ele estava travando uma guerra perdida", afirmou Cei. O embate entre os dois animais se deve ao fato de que ambos são carnívoros e se alimentam de carniça.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

RARÍSSIMO ANIMAL



Câmeras flagram animal raríssimo na Rússia
14 de julho de 2011


Leopardo de Amur é um dos animais mais ameaçados de extinção no planeta

Foto: WWF/Divulgação

Câmeras registraram um número recorde de leopardos de Amur no extremo leste da Rússia, o que indica que a população desse animal raríssimo pode estar aumentando, segundo a organização WWF. A subespécie é considerada criticamente ameaçada de extinção pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês).

Foram registrados 12 animais apenas neste ano na reserva Kedrovaya e no refúgio federal Leopardoviy, entre o mar do Japão e a fronteira com a China. De acordo com a WWF, normalmente são registrados entre sete e nove leopardos em um ano inteiro, por isso a surpresa de tantos espécimes flagrados pelas câmeras - inclusive com filhotes.

A subespécie já pôde ser encontrada no noroeste da China à Coreia, mas hoje habita uma pequena fração desse espaço. Somente na Rússia, 80% da população foi morta entre 1970 e 1983. Desflorestamento, incêndios florestais e perda de habitat para a agropecuária são as principais causas para o desaparecimento do leopardo de Amur.

terça-feira, 28 de junho de 2011

O MORCEGO PERDIDO




Cientista britânica descobre espécie 'perdida' de morcego


23 de junho de 2011

Morcegos-pipistrela tinham sido vistos pela última vez nas ilhas Scilly, Inglaterra, na década de 60

Foto: Fiona Mathews/Universidade de Exeter/BBC Brasil


Uma bióloga da Universidade de Exeter, na Grã-Bretanha, descobriu nas ilhas Scilly, a oeste do País de Gales, uma espécie de morcego considerada "perdida". Fiona Mathews encontrou um exemplar do morcego-pipistrela, uma fêmea grávida- a primeira da espécie encontrada na ilha nos últimos 40 anos. "Ficamos surpresos e felizes ao encontrar este morcego marrom de orelhas compridas, e particularmente animados com o fato de que é uma fêmea esperando um filhote, pois sugere que existe uma colônia se reproduzindo", afirmou a bióloga.

Morcegos da espécia tinham sido vistos pela última vez nas ilhas Scilly na década de 60. Conhecidos também como "morcegos sussurrantes", estes animais usam suas orelhas longas para captar sons de lagartas e outros insetos dos quais de alimentam. Devido ao fato de voarem apenas quando está muito escuro, e de os sons que emitem serem baixos demais para serem captados por aparelhos, estes morcegos são praticamente impossíveis de serem detectados por métodos tradicionais de pesquisa. E a espécie vive em áreas de florestas, que são escassas nas ilhas Scilly.

Pinheiros
Mathews conta que a fêmea foi encontrada em um "velho pinheiro Monterey, plantado na costa para proteção contra o vento, e se alimentando em uma longa avenida de olmos". "Agora que sabemos que os morcegos estão lá, organizações conservacionistas locais podem começar a melhorar o habitat para eles", diz Mathews. Ela afirma que será preciso adotar medidas como o plantio de árvores que atraiam insetos noturnos e a restrição da iluminação em algumas áreas das ilhas.

Segundo Mathews, as autoridades das ilhas precisam fornecer locais apropriados para reprodução dos animais. "Pelo fato de não construírem ninhos, as mães precisam encontrar lugares que vão manter seus filhotes quentes durante a noite, enquanto os adultos vão se alimentar. Eles podem usar sótãos (em casas) ou caixas, além de buracos em árvores."

A bióloga lembra que a última colônia destes morcegos desapareceu devido à intervenção humana em seu habitat. "A última colônia conhecida nas ilhas Scilly desapareceu quando o local onde eles ficavam, em um prédio, desapareceu e agora nós temos uma chance de reverter o destino (dos morcegos)", afirmou.