Macaco-de-cheiro é flagrado usando uma capivara como cama em zoo japonês (Foto: Kazuhiro Nogi/AFP)
Macaquinho folgado usa capivara como cama em zoológico japonês
Cena foi clicada no Zoológico Tobu em Miyashiro, no norte de Tóquio.
24/08/2015
Um macaquinho foi flagrado usando as costas de uma capivara como cama no Zoológico Tobu em Miyashiro, no norte de Tóquio, capital do Japão. A cena curiosa com o macaco-de-cheiro folgado foi capturada pelo fotógrafo Kazuhiro Nogi, da agência France Presse no sábado (22).
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segunda-feira, 24 de agosto de 2015
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
O MACACO LOURO
Nova espécie de macaco 'loiro' é descoberta na África
'Cercopithecus lomamiensis' é tímido, herbívoro e tem corpo magro.
Primata anda em grupo e é encontrado em floresta do Congo.
13/09/2012
Cientistas descobriram uma nova espécie de macaco nas florestas da República Democrática do Congo (RDC), na África. Conhecido pela população local como macaco-lesula, o animal tem grandes olhos cor-de-mel, rosto e peito cobertos por pelos loiros, com pelagem levemente negra no topo da cabeça e tom mais escuro nos ombros, braços, patas e no corpo.
Batizado de Cercopithecus lomamiensis, em referência à bacia do rio Lomami, no Congo, onde foi encontrado, o animal é parente do macaco cara-de-coruja (Cercopithecus hamlyni), de acordo com o estudo, publicado no periódico científico "PLoS One" nesta quarta-feira (12).
Macaco 'loiro' é tímido, tem corpo esguio e é herbívoro, segundo cientistas (Foto: Reprodução/"PLoS One")Macaco 'loiro' é tímido, tem corpo esguio e é herbívoro, segundo cientistas (Foto: Reprodução/"PLoS One")
A pesquisa aponta que o animal vive tanto no chão quanto em árvores e tem uma dieta basicamente herbívora. Os cientistas usaram aparelhos GPS para marcar a exata localização dos espécimes encontrados, incluindo macacos mortos por caçadores locais, leopardos e águias.
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Os primeiros dados científicos sobre estes primatas foram coletados em junho de 2007, quando uma fêmea jovem da espécie (que até então era desconhecida) foi encontrada em uma jaula em uma escola primária em Opala, cidade da República Democrática do Congo.
O animal tem porte médio, corpo magro e o rosto parcialmente livre de pelos, avaliam os cientistas. Quanto mais jovem o primata, mais loira é a pelagem que cobre o seu corpo.
Macho adulto da espécie recém-descoberta 'Cercopithecus lomamiensis' (Foto: Reprodução/"PLoS One")Macho adulto da espécie descoberta 'Cercopithecus
lomamiensis' (Foto: Reprodução/"PLoS One")
Tímidos
Estes macacos são tímidos e, entre os encontrados na região estudada do Congo, são os menos comuns - de 223 observações de primatas feitas pelos cientistas durante o estudo, apenas 19 foram de "macacos loiros" ou macacos-lesula.
Os machos tem corpos maiores do que as fêmeas, dizem os pesquisadores. Para se comunicar, os animais emitem um grande guincho de baixa frequência sonora, similar aos seus parentes, os macacos cara-de-coruja.
Os macacos-lesula são encontrados em áreas de floresta úmida e tropical. Eles não foram identificados em savanas ou áreas de mata alagada, de acordo com o estudo.
Em geral os animais foram identificados em grupos, seja com indivíduos de sua espécie ou com outros primatas. Nos 19 encontros ocorridos durante o período de estudos dos cientistas, 48 primatas desta espécie foram vistos, sendo que 17 deles estavam no chão quando foram flagrados.
Os animais são pacíficos e fugiram na maior parte dos encontros com os cientistas, registra a pesquisa. Os cientistas registraram que a espécie é comum na bacia do rio Lomami, tendo sido identificada seguidas vezes em uma área de 17 mil km². Eles apontam que o lesula era até agora desconhecido por haver pouca pesquisa científica na região em que o animal foi encontrado.
Os bandos de "macacos-loiros" podem reunir cinco indivíduos ou mais. Geralmente são encontradas fêmeas jovens acompanhadas de um macho adulto. A nova espécie foi descoberta por uma equipe de cientistas de várias instituições, como a Universidade Columbia, a Universidade da cidade de Nova York, o Museu de História Natural (todas nos Estados Unidos), a Sociedade Lukuru para Pesquisa da Vida Selvagem e a Sociedade de Conservação da Vida Selvagem do Congo (ambas no Congo).
sexta-feira, 11 de maio de 2012
O ORANGOTANGO OBESO
Orangotango obeso é fotografado em zoológico na Indonésia
09 de maio de 2012
Chamado de Udel, o orangotango mede 1,30m e pesa quase 100kg
Foto: The Grosby Group
Este enorme orangotango parece ser o macaco mais gordo do mundo - apesar de ter uma dieta saudável de frutas. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail. Udel, que tem 1,29m, pesa impressionantes 99,79kg. Ele gosta de tranquilidade em sua jaula no Zoológico Ragunan, em Jacarta, Indonésia. Ficar no sol e relaxar na água estão entre suas atividades preferidas.
As imagens de Udel foram registradas pelo fotógrafo Hendy Widianto, 36 anos. "Quando eu o vi, não pude acreditar em quão grande ele era. Todos ficaram chocados com o tamanho dele. É, definitivamente, o maior macaco que já vi", conta Widanto. "Primeiro, achei que ele fosse tão gordo porque os visitantes atiravam comida para ele - ele ainda tinha uma embalagem presa no rosto. Mas, de acordo com o zoológico, ele está no peso normal para sua idade", afirma.
O fotógrafo descreveu a dieta saudável de Udel: frutas no café da manhã, leite no almoço e mais frutas na hora do lanche. "Pelo que sei, não há planos de pô-lo em nenhum tipo de dieta. Ele tem um espaço de mais de 100m². Aparentemente, ele ainda é ativo e consegue se mover, escalar e se pendurar em cordas", descreve Widianto.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
COVARDIA
Com mil chimpanzés em laboratórios, EUA estuda mudar lei
23 de novembro de 2011
Muitos dos testes realizados em laboratório são dolorosos e os animais são mantidos em isolamento
Foto: The New York Times
Em uma jaula ao ar livre em forma de cúpula, dezenas de chimpanzés gritam. Os pelos das costas estão levantados. Segundo a Dra. Dana Hasselschwert, chefe de ciências veterinárias do Centro de Pesquisas de New Iberia, "isso é piloereção", um sinal de excitação emocional.
Ela pede aos visitantes que mantenham distância. Os chimpanzés costumam atirar pequenas pedras ou objetos mais perigosos quando ficam agitados.
A semelhança dos chimpanzés com os humanos os torna importantes para pesquisas, mas também gera muita solidariedade. Para os pesquisadores, esses animais podem significar a melhor chance de descobrir a cura de doenças atrozes. Para muitas pessoas, porém, eles são nossos parentes atrás das grades.
A pesquisa biomédica com chimpanzés ajudou a produzir a vacina contra a hepatite B e tem por objetivo produzir a vacina contra a hepatite C, que infecta 170 milhões de pessoas em todo o mundo. Contudo, há muito que os protestos contra essa pesquisa consideram-na cruel e desnecessária. Devido à grande pressão atual de organizações de defesa dos animais, a decisão judicial que porá um fim a este tipo de pesquisa nos Estados Unidos pode vir em um ano. Atualmente, apenas os Estados Unidos e outro país conduzem pesquisas invasivas com chimpanzés. O segundo país é o Gabão, que fica na África central.
Segundo Wayne Pacelle, presidente e diretor executivo da Sociedade Humanitária dos Estados Unidos, "este é um momento bastante diferente dos outros". "É o momento de tirar os chimpanzés da pesquisa invasiva e dos laboratórios", afirma.
John VandeBerg, diretor do Centro Nacional de Pesquisa sobre os primatas do sudoeste, concorda que este é "um momento crucial". O centro é um dos seis laboratórios do país onde há chimpanzés. As diversas tentativas dos opositores "podem levar ao fim de toda a pesquisa médica com os chimpanzés", afirmou.
A sociedade e outros grupos pressionaram os NIH (Institutos Nacionais da Saúde) americanos para que fosse elaborado um relatório sobre a utilidade da pesquisa com chimpanzés, aguardado para este ano. A Sociedade Humanitária também se uniu ao Instituto Jane Goodall e à Sociedade para a Conservação da Vida Selvagem para elaborar uma petição ao Serviço de Fauna e Peixes dos Estados Unidos, na qual é declarado o risco de extinção dos chimpanzés em cativeiro, uma vez que os que vivem na natureza já estão ameaçados, oferecendo a eles mais proteção. A decisão é aguardada para setembro do ano que vêm.
Além disso, o Great Ape Protection and Cost Savings Act (Lei pela proteção e redução de custos com grandes símios) irá proibir o uso de todos os grandes símios nas pesquisas invasivas (incluindo bonobos, gorilas e orangotangos). O republicano Roscoe Bartlett, deputado pelo estado de Maryland, é um dos apoiadores da lei. Segundo Bartlett, a lei representará uma economia de US$ 30 milhões para o contribuinte, quantia que é gasta anualmente com os chimpanzés de propriedade do governo.
Segundo Pacelle, é alto o custo da pesquisa invasiva com chimpanzés, sendo que existem alternativas. Além disso, os procedimentos realizados são dolorosos e os animais são mantidos em isolamento, afirma. "Esta espécie está ameaçada de extinção e é a mais próxima dos humanos geneticamente", afirma. "Além disso, não devemos abusar de nosso poder", afirma.
VandeBerg, em contrapartida, afirma que suspender as pesquisas com chimpanzés representaria uma ameaça a vidas humanas. "A redução do índice de desenvolvimento de medicamentos para essas doenças significará a morte de centenas de milhares de pessoas, milhões de fato, devido a anos de atraso", afirmou. Se a pesquisa permite salvar vidas humanas, afirmou VandeBerg, "seria totalmente antiético não realizá-la", afirmou VandeBerg.
Maus-tratos
Os laboratórios de pesquisa dos Estados Unidos abrigam mil chimpanzés, e o Centro de Pesquisas de New Iberia é um deles. O centro pertence à Universidade de Louisiana em Lafayette, e ocupa 40 hectares do centro da Louisiana francesa ou acadiana, aproximadamente 210 km a oeste de Nova Orleans. Nele vivem 360 chimpanzés, sendo que 240 pertencem à universidade e 120 ao NIH, além de outros 6 mil primatas, a maioria da espécie macaco-rhesus.
A instituição foi acusada de maus-tratos no passado, sendo que foram descobertas e corrigidas algumas violações às normas de tratamento dos animais, de acordo com as inspeções do Departamento de Agricultura. Na última inspeção, ocorrida em julho, foram descobertos medicamentos para os animais com prazos de validade vencidos.
Em uma visita recente, verificou-se que alguns chimpanzés ficavam em cúpulas geodésicas de 10 m de diâmetro e outros em jaulas menores ao ar livre. Além destes, o doutor Thomas J. Rowell, diretor do centro, contou que um número inferior a 10 estava sob estudo ativo, em jaulas internas medindo 1,5 por 1,8 m e 2 m de altura. Os procedimentos práticos envolviam aplicação de injeções, retirada de amostras de sangue e biópsias hepáticas, as quais eram realizadas sob efeito de anestésicos.
Muitos estudos têm duração de apenas alguns dias, afirmou Rowell, mas alguns demoram mais tempo. Quase concluído, um estudo vinha sendo realizado há quatro meses. Rowell defendeu com entusiasmo o tratamento proporcionado aos chimpanzés no centro, enfatizando os cuidados veterinários e o empenho em melhorar a forma como vivem, tornando os ambientes do alojamento mais interessantes.
Histórico
Os chimpanzés são utilizados em pesquisas nos Estados Unidos desde a década de 1920, quando Robert Yerkes, professor de psicologia da Universidade de Yale, começou a leva-los para o país. Durante a década de 1950, a força aérea passou a reproduzi-los para o uso no programa espacial, a partir de 65 espécimes capturados na natureza. Os chimpanzés também foram procriados para serem usados em pesquisas da aids nos anos 1980, que não obtiveram avanços.
Em meados da década de 1970, o apoio à preservação de espécies ameaçadas de extinção havia aumentado, e a importação de chimpanzés retirados da natureza foi proibida. Nos anos 2000, foi aprovada uma lei federal exigindo a aposentadoria dos chimpanzés pertencentes ao governo após o fim de seu uso em experimentos. Foi inaugurado em Shreveport, na Louisiana, o Chimp Haven, um santuário nacional de chimpanzés, para dar assistência a esses a outros chimpanzés.
A tentativa de trazer de volta para a linha de pesquisa os chimpanzés semiaposentados do santuário Alamogordo Primate Facility, no Novo México, foi o que induziu em parte o recente aumento da oposição às pesquisas. O NIH queria transferir cerca de 200 de seus chimpanzés do Alamogordo para o centro de San Antonio, que pertence ao Instituto de Pesquisas Biomédicas do Texas. A Sociedade Humanitária intercedeu para evitar a transferência e o NIH cedeu, pedindo a realização de um relatório dos chimpanzés utilizados em experiências este ano ao Instituto de Medicina, um conselho consultivo.
O Chimp Haven é o potencial destino dos chimpanzés aposentados e possui atualmente 132 deles vivendo em um bosque de pinheiros de 80 hectares. Eles ficam alojados em uma variedade de jaulas e recintos cercados, incluindo um pátio de recreação a céu aberto, com 4 mil m² e envolto em muros de concreto, além de dois habitats de floresta, um de 16 e outro de 20 mil m², delimitados por um fosso e por cercas. Porém, os chimpanzés que estão nos centros de pesquisa, talvez nem saiam dali, mesmo após o fim dos experimentos. É possível que apenas fiquem ali, livres dos estudos invasivos.
Seja qual for a decisão, os pesquisadores e defensores dos chimpanzés sabem que eles representam uma pequena parte do total da pesquisa realizada com animais e do debate mais amplo. Segundo Kathleen Conlee, diretora sênior para questões de pesquisa animal da Sociedade Humanitária, a atual discussão em relação aos chimpanzés indica o caminho para o futuro.
"Este tipo de análise rigorosa deveria ser aplicada a toda a pesquisa com animais", afirmou.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
NÃO PARECEM TRÊS SENHORES ORIENTAIS
Macacos da neve relaxam em águas termais de ilha japonesa
29 de agosto de 2011
No início do outono japonês, macacos relaxam com banho quente
Foto: Barcroft Media/Getty Images
Com a proximidade do outono no Japão, os macacos da neve buscam manter o corpo aquecido em fontes de água quente na cidade Jigokudani, província de Nagano. Localizada na ilha Honshu, a cidade virou ponto turístico graças a presença dos macacos.
Para chegar até o local, os turistas precisam de um carro equipado, próprio para a neve. O que mais atrai os visitantes é a quantidade de macacos - cerca de 200 - e também a expressão de relaxamento deles quando se banham na água quente. O "spa" dos macacos atrai cerca de 100 mil turistas todos os anos. A foto tirada por Marsel van Oosten foi premiada na categoria vida selvagem no prêmio International Photographer of the Year 2011.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
MACACOS DO VIETNÃ

Vietnã encontra grande grupo de macacos em risco de extinção
18 de julho de 2011
Até hoje, não havia registros no Vietnã de grupos maiores que 12 indivíduos
Foto: AP
O grupo de ecologistas Conservation International (conservação internacional, em tradução livre) encontrou a maior população da espécie de macaco gibão-de-bochecha-branca do norte já registrada no mundo. A descoberta ocorreu nas montanhas da zona central do Vietnã e estima-se que a população é de 455 animais. As informações são da agência AP.
Antes da descoberta, não havia registros no Vietnã de grupos maiores que 12 indivíduos. Na China, o macaco é considerado extinto há anos, e no Laos, único outro país que o gibão habita, não há estimativas da população, já que não houve estudos na região. Todas as variações de macacos gibão do mundo estão em risco de extinção, sobretudo aqueles da Indonésia.
A contagem de macacos foi realizada no parque nacional Pu Mat, na província de Nghe An, com gravações dos gritos dos macacos. Os pesquisadores afirmam estar preocupados com o projeto de construção de uma rodovia que atravessaria a região habitada pelos gibões, já que se trata da única população estável da espécie conhecida no mundo.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
O INCRÍVEL MACACO FOTÓGRAFO

O incrível macaco fotógrafo
Olha só que visual malandro!
Macaco rouba a câmara de fotógrafo e faz um autorretrato 'sorridente'
Wild Monkey/David Slater/Caters News)
Um fotógrafo se surpreendeu com as imagens feitas por um macaco da espécieMacaca nigra, que roubou sua câmera e acabou fazendo um "sorridente" autorretrato em um pequeno parque nacional na ilha de Sulawesi, na Indonésia.
David Slater contou que o primata começou a investigar o equipamento e se fascinou com seu reflexo na lente antes de começar a disparar cliques sem perceber, inclusive o curioso retrato acima.
A imagem está perfeitamente centralizada, apesar de fora do eixo - como é comum ocorrer inclusive entre humanos que tentam posar para a própria câmera. Alguns sites divulgaram a foto com o eixo corrigido, o que dá um ar ainda mais profissional ao primata.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
LÓRIS-DELGADO-VERMELHO

Primata que se acreditava extinto é fotografado pela primeira vez
9/07/2010
DA NEW SCIENTIST
Atualizado às 15h10.
O lóris-delgado-vermelho ou lóris-delgado-da-Planicie-Horton (Loris tardigradus nycticeboides) é tão raro que se acreditava extinto. Esta imagem é seu primeiro registro fotográfico.
O mamífero de 20 centímetros de comprimento foi fotografado nas florestas montanhosas da parte central do Sri Lanka por pesquisadores da Sociedade Zoológica de Londres.
AP
O animal pertence a uma de duas subespécies de lóris-delgado-vermelho, ambas ameaçadas pela perda de hábitat.
Seus grandes olhos lhe dão excelente visão noturna, o que lhe permite caçar insetos no escuro.
Os lóris são primatas, como humanos e macacos, mas pertencem a um grupo mais primitivo, chamado de pró-símios.
quinta-feira, 11 de março de 2010
O BEBÊ GORILA
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